Tum-tum. Tum-tum. O batimento cardíaco se torna mais nítido a partir da quinta semana. Mede cerca de 2 cm e pesa em torno de 8 gramas. Olhos, ouvidos, coração, fígado e cérebro já estão se formando. No final deste mês já é possível distinguir as mãos, que fazem até alguns movimentos involuntários. Os dedinhos ainda estão em formação.

Cadê a menstruação que não vem? Aqui se inicia a suspeita da gravidez. Alguns sintomas já podem começar a surgir, como seios doloridos e inchados, escurecimento da aréola, cansaço, sonolência e náuseas.

A gestação promove uma verdadeira revolução no organismo feminino, que não passa incólume. À medida que a gravidez avança, a mulher pode enfrentar algum tipo de desconforto. Não se assuste, isto é absolutamente normal. Os hormônios começam a se preparar para a formação do feto e enjôos ou náuseas matinais podem acontecer até a 12ª semana de gravidez. Também são freqüentes as mudanças de humor e emoções à flor da pele. Os enjôos costumam desaparecer a partir da 16ª semana e você logo se sente com mais energia. Até a 28ª semana, é possível que a gestante sofra com azia e má digestão. Faz parte da gravidez e é assim que ocorre com inúmeras mamães.

Sob hipótese alguma deve a gestante tomar qualquer tipo de remédio sem consentimento médico, especialmente nos três primeiros meses. Durante a gravidez a mulher não deixa de ficar resfriada, ter dor de cabeça ou crises de asma. Mesmo assim, o que mais se ouve é que todo medicamento pode ser prejudicial ao bebê e portanto deve ser evitado. O que a pobre gestante pode fazer então para aliviar o mal-estar? Na realidade, nem todos os remédios são proibidos. Médicos bem-informados e atualizados são capazes de orientar a paciente sobre os tipos de drogas que podem ser utilizadas, qual o período em que devem ser evitadas e sua dosagem correta.


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